Biblioteca EBI da Torreira

Um espaço para todos!

Jan
19

Personalidade do Mês – dezembro

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Alexandre Parafita é natural de Sabrosa, Trás-os-Montes.a.pp[1]

No seu percurso académico incluem-se a Escola do Magistério Primário de Vila Real, a Escola Superior de Jornalismo do Porto, a Universidade de Coimbra, a Universidade da Beira Interior e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; do seu currículo fazem parte o Doutoramento em Cultura Portuguesa (UTAD) e o Mestrado em Ciências da Comunicação (UBI).

Ainda muito jovem, Alexandre Parafita dedicou-se ao jornalismo, trabalhando como repórter, redator, chefe de redação e diretor, ao longo de quase vinte anos.

Atualmente é docente do ensino superior na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e professor convidado do Instituto Politécnico de Bragança – Pólo de Mirandela. Também se dedica à investigação nas áreas da mitologia e da literatura oral tradicional, integrando o Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa. O trabalho que tem desenvolvido como investigador permitiu a recolha de milhares de textos inéditos, em risco de se perderem na memória oral do povo. A colecção “Tesouros da Memória” da Plátano Editora, bem como as obras “A Mitologia dos Mouros” e “Património Imaterial do Douro”, de sua autoria, contêm a publicação de várias centenas desses textos.

Mas a escrita de Alexandre Parafita, não se singe aos estudos do património cultural imaterial, dirige-se sobretudo aos mais novos. È autor de várias dezenas de livros de literatura infantil e infanto-juvenil, que têm sido sucessivamente reeditados. Alguns destes foram seleccionados para o Plano Nacional de Leitura, tais como: “Histórias de Natal Contadas em Verso”, “As três touquinhas brancas”, “Branca Flor, o Príncipe e o Demónio”, “A mala vazia” entre outras. Além disso, algumas das suas obras constituem bibliografia obrigatória em cursos de licenciatura e mestrado em escolas superiores e universidades.

Jan
19

Feira do Livro

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A Feira do Livro de Natal realizou-se do dia 5 ao dia 12 de dezembro. A organização desta atividade esteve a cargo da coordenadora e da equipa da Biblioteca Escolar, que nos últimos anos, tem procurado trazer o livro para junto da sua comunidade, promovendo-o e promovendo a leitura.

Este trabalho contínuo pretende sensibilizar a população escolar para a importância de partilhar livros e leituras, no sentido de, levar os familiares mais próximos dos nossos alunos a escolher o LIVRO para ofertar, conscientes do valor afetivo e cultural que possuem.

A Feira do Livro esteve aberta a toda a comunidade escolar. Realizou-se na entrada principal deste estabelecimento de ensino. Todos os dias houve novidades à disposição dos interessados.

 Ao longo da semana, a feira acolheu alunos, professores e funcionários. Muitos foram os pais e familiares que participaram nesta iniciativa e marcaram presença.

 Os mais novos demonstraram muito interesse pelos livros infantis. Manusearam-nos, folhearam-nos, leram e voltaram todos os dias.

 Apesar da atual conjuntura económica e social ser desfavorável e muito difícil, a Feira do Livro foi bem sucedida. Para todos os que participaram nesta iniciativa, fica um agradecimento muito especial em nome de toda a equipa da BE.

 

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Jan
19

Personalidade do Mês – Novembro

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              José Fanha nasceu a 19 de Fevereiro de 1951, em Lisboa. Licenciou-se em arquitetura, mas, a paixão pela leitura e pela escrita fê-lo percorrer diversos caminhos ao longo da sua vida. Arquiteto, professor e formador de professores, possui mestrado com tese sobre “Comunidades de Leitores” e prepara tese de doutoramento sobre “Estratégias editoriais no Estado Novo entre 1958 e 1974”.

                José Fanha, declamador desde 1969, acompanhou Zeca Afonso, Adriano entre outros, em convívios, cantos livres e sessões um pouco por todo o país.

                É poeta e autor de histórias e poesia para a infância e juventude.

                Publicou o seu primeiro livro em 1970, intitulado “Cantigas da Dúvida e do Perguntar”. Organizou e publicou ainda 12 antologias temáticas de poesia portuguesa, parte destas em conjunto com José Jorge Letria.

                Criou letras para canções, escreveu textos para televisão, para a rádio e para teatro, participou em concursos de televisão, colaborou em programas de rádio e tem trabalhado em adaptações de inúmeros textos teatrais ou televisivos.

                Nos últimos anos tem dirigido Oficinas de Poesia e de Escrita, desenvolvendo um trabalho intenso de divulgação do texto poético e de promoção do livro e da leitura em Bibliotecas e escolas um pouco por todo o país.

Gosta de se dizer  divulgador de poesia, traficante de palavras claras, contrabandista de sonhos, habitante da solidariedade e da  utopia , cidadão de corpo inteiro, desde sempre e enquanto durar.

Jan
19

Dia de S. Martinho – 11 de Novembro

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                As turmas do Pré-Escolar e do 1º CEB vieram à BE para a comemoração do Dia de S. Martinho.

                Os alunos recordaram a “Lenda do Verão de S. Martinho” e ouviram contar uma história de magustos e de castanhas.

                “A Última Castanha” de António Torrado, foi o texto seleccionado para este dia.

 

A Última Castanha

 

            Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro.

            Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu.

            – Estou bem onde estou e não quero aventuras – dizia.P1020054

            Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer…

            Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos.

            A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava.

            – A mim não me levam eles – dizia.

            Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a fincar-se ao ramo, com unhas e dentes. Unhas e dentes é um modo de dizer…

            Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória que a ouriçou toda.

            – Ai que vou cair – gritou.

            Mas, no último instante, conseguiu agarrar-se. Ainda não era daquela.

            Entardecia. Um grupo de gente acendera uma fogueira, junto ao castanheiro. Os garotos, que tinham andado às castanhas, e os pais dos garotos e os amigos dos garotos riam e cantavam. Estavam a preparar o magusto da noite de S. Martinho.

            A castanha solitária, no alto do castanheiro nu, estranhou a vizinhança. E intrigou-se. Que estaria a passar-se!?

            Debruçou-se do ramo mais e mais. A madeira a arder estalava, mesmo por baixo da castanha, a última. O fumo entontecia-a. E se fosse ver de perto o que se passava?

            Foi. Caiu. E a história acaba aqui. Paciência. É o destino das castanhas. Destino é modo de dizer…

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Jan
19

Leitura em Família

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Em outubro, a Biblioteca encheu-se de Encarregados de Educação dos alunos da Educação Pré-Escolar e do 1º CEB. As Crianças, as Educadoras e os Professores tinham leitura de poemas e canções para oferecer a todos os presentes. Os mais velhos ofertaram a sua presença, o entusiasmo e os aplausos.SDC14316SDC14314

Estes encontros realizaram-se para promover a Biblioteca e a leitura em família, dando continuidade ao trabalho já iniciado no ano letivo anterior, que se pretende ainda mais sistemático. Como tal, todos assistiram a uma breve palestra sobre hábitos de leitura no seio familiar, realizada com o intuito de dar a conhecer ou relembrar que a leitura não é inata. É uma habilidade que se desenvolve.

A leitura é considerada a competência mais importante que se atinge através da escola. É uma actividade exigente e a sua aprendizagem requer pré-requisitos, passíveis de serem desenvolvidos em ambiente familiar, antes do ingresso na escola.

Para uma criança, a leitura começa quando a família é leitora. A voz da mãe, ou da avó ou de outro familiar que conversa, que conta histórias é a sua primeira experiência leitora, propícia à construção de uma relação emocional e afetiva com o ato de ler. Atualmente, o tempo disponível para os filhos é escasso para uma parte significativa das famílias. É importante que esse tempo seja de qualidade e tempo de qualidade com os mais pequeninos pode e deve ser tempo de leitura: um quarto de hora ou meia hora diária.

Como pais ou como profissionais de educação devemos escolher os livros que nos emocionam para ler com os nossos filhos ou com os nossos alunos.

Saber ler não é sinónimo de ser leitor. A primeira indica que se adquiriu uma competência, a segunda implica que se estabeleceram laços emocionais. Como tal, formar leitores para a vida, competentes e autónomos é uma tarefa árdua, demorada e, simultaneamente, estimulante e desafiadora.

A formação de bons leitores poderá ajudar a resolver inúmeros problemas que assolam a sociedade actual.

 Quem gosta de ler necessariamente interpreta, tornando-se capaz de compreender e assimilar a mensagem escrita. Uma boa parte do insucesso escolar dos alunos portugueses prende-se com dificuldades de interpretação.

A leitura pode ser uma arma fundamental contra a delinquência, pois pressupõe parar, reflectir sobre o outro, sobre nós próprios, viver a pele da personagem, construir relações com o mundo.

Os contextos decisivos para a formação de leitores são: a família, a escola, a biblioteca.

Os projectos “Leitura em Vai e Vem” e “Já sei ler!” pretendem continuar a reunir esforços na formação de bons leitores.

 

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Jan
18

Mês Internacional da Biblioteca Escolar

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ISLM_[1]Mês de outubro, mês de Biblioteca Escolar

 

No passado mês de outubro, assinalou-se o Mês Internacional da Biblioteca Escolar, uma iniciativa partilhada com a Rede de Bibliotecas Escolares, na qual se integra a biblioteca da nossa escola.

A BE acolheu todas as turmas dos diversos ciclos de ensino. A nível do 2º e 3º ciclos, os diretores de turma, na disciplina de Formação Cívica, aliaram-se a esta comemoração. As regras fundamentais ao bom funcionamento deste espaço foram recordadas e discutidas com os alunos, esclarecendo-se algumas dúvidas que ainda persistiam. Outros aspetos importantes foram abordados, desde o horário de funcionamento diário, ao fundo documental existente e às novidades nele contidas. Os alunos tiveram oportunidade de expressar os seus sentimentos em relação à leitura, fundamentando as razões que os levam a gostar ou não de ler, bem como, dando a conhecer as suas preferências literárias.

Outubro foi um mês “com vida” na Biblioteca! Os professores de Língua Portuguesa realizaram sessões de leitura: “Quem conta um conto, acrescenta um ponto” com o 7ºB; “Momentos de Leitura” pelo 9º ano de escolaridade; “Trocas de Leitura” com as turmas de 6º ano.P1020051

Com os mais novos houve “Leituras à Solta na BE”, cruzadas com a vivência de datas relevantes no calendário escolar: Dia da Alimentação, Dia Nacional da Biblioteca Escolar e Dia das Bruxas. Neste âmbito, foram trabalhadas duas histórias. “A Galinha Ruiva”, de António Torrado, foi o conto tradicional utilizado para abordar valores como a solidariedade, o trabalho e a justiça, alertando e relembrando a importância do pão numa alimentação saudável. “A Bruxa Esbrenhuxa” de Margarida Castel Branco permitiu explorar a tradição do Halloween e a sua origem.

As crianças manifestaram o seu agrado pelas histórias e, juntamente com os professores titulares de turma, desenvolveram trabalhos interessantes na sala de aula, alguns dos quais foram expostos na BiblioP1020053teca.

 

 

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Jan
18

Frédéric Chopin

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Frédéric François Chopin nasceu a 1 de março de 1810, na aldeia de Zelazowa Wola,  Varsóvia. Era filho de um professor francês Nicolas Chopin, que dava aulas de francês e literatura francesa, e de uma pianista polaca Justina Krazizanovska. Tinha três irmãs, sendo, Chopin o segundo filho e o único homem. Dez meses após o seu nascimento, a família foi morar em Varsóvia, onde transitava entre os nobres e a burguesia.

Chopin teve uma infância culta. Aprendeu a tocar piano com a sua mãe e posteriormente com a sua irmã mais velha, Ludwika. O seu talento musical logo se fez notar, ganhando em Varsóvia a reputação de “segundo Mozart”.

Aos seis anos passou a ter um professor de piano, Adalbert Zwini, que lhe apresentou as obras de Bach e Mozart. Aos sete anos criou a sua primeira composição, a Polaca em Sol Menor.

O seu primeiro concerto público ocorreu quando ele tinha oito anos. Prosseguiu os seus estudos no Liceu de Varsóvia, conciliando-os com as aulas de piano.

Em 1825, apresentou-se para o czar Alexandre I. No ano seguinte, ingressou no Conservatório de Varsóvia, onde iniciou os seus estudos com o compositor Joseph Elsner.
Em 2 de novembro de 1830, dias antes de eclodir a Revolução Polaca contra a ocupação russa, Chopin resolveu deixar Varsóvia e partir para Viena, que vivia sob o regime autoritário de Metternich. Ele nunca mais voltou  à Polónia. Em julho do ano seguinte, Chopin seguiu para Paris, onde logo se integrou na elite local, passando a ser requisitado como concertista e como professor. Nessa época, conheceu músicos consagrados, como Rossini e Cherubini, e outros de sua geração, como Mendelssohn, Berlioz, Franz Lizst e Schumann.

Numa das suas viagens pela Europa, em 1835, reencontrou Maria Wodzinska, que conhecera ainda criança em Varsóvia. Chopin apaixonou-se, mas, apresentando já os primeiros sinais de tuberculose, acabou rompendo o noivado por pressão da família de Maria.

Em 1838 Chopin uniu-se à controvertida escritora Aurore Dupin, que usava o pseudónimo masculino de George Sand. O casal resolveu passar um tempo em Maiorca, mas o clima húmido da ilha piorou o estado de saúde do compositor. Em 1839, os dois voltaram para a França. Em 1847 romperam definitivamente o relacionamento.

No dia 17 de outubro de 1849, Frédéric Chopin faleceu com 39 anos de idade. Foi sepultado no cemitério de Père Lachaise, em Paris. O seu coração foi colocado dentro de um dos pilares da igreja de Santa Cruz, em Varsóvia, conforme o seu pedido.

Chopin dedicou toda sua obra ao piano, com exceção de apenas algumas peças. Várias das suas obras têm influência do folclore polaco, como é o caso das mazurcas e das polonaises.

Jan
18

Personalidade do Mês – outubro

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O mês de outubro inicia com um dia dedicado à música – Dia Mundial da Música. Em parceria com a professora da disciplina, a BE promoveu como personalidade do mês Chopin, dando a conhecer a sua biografia e divulgando livros sobre a vida e obra deste grande mestre.

Mar
08

Março – Projecto Escola Electrão

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Ontem, dia 1 de Março, o professor Cipriano e alguns elementos da sua equipa Escola Electrão, apresentaram este projecto a todos os alunos da Educação Pré-Escolar.

Através de imagens alusivas a este projecto, os mais pequeninos tomaram contacto com a importância de colocar determinados equipamentos danificados em local apropriado, para não ficarem a poluir a natureza, a céu aberto. Também foram convidados a contribuir para este projecto, no sentido de levar a nossa escola a conseguir uma boa qualificação.

Mar
08

Fevereiro – Animação do Livro – “O Espantalho Enamorado”

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No dia 25 de Fevereiro, na Biblioteca Escolar, a aluna estagiária Janete Conde e a professora Manuela Sousa apresentaram a história de Guido Visconti – O Espantalho Enamorado – às turmas da Educação Pré-Escolar, ao 1º A e ao 2º A.

Utilizando diversos materiais num cenário montado para este momento, o conto foi teatralizado e chegou às crianças de uma forma dinâmica, num misto de som, cor e movimento.

A escolha deste conto teve em conta as vivências e os temas abordados ao longo do mês – Biodiversidade e Dia de S. Valentim. No final desta actividade foi lançado um desafio às turmas participantes: “vestir” o Gustavo e a Amélia, os espantalhos desta história, com restos de tecido, plástico, papel, … contribuindo para a reutilização de materiais e para a conservação do meio ambiente.