Biblioteca EBI da Torreira

Um espaço para todos!

Mai
10

A Princesa da Chuva

Posted under 1º CEB, Desafios

A Hora do Conto é uma atividade que se tem vindo a desenvolver na Biblioteca Escolar, ao longo do ano letivo, em colaboração com os docentes das turmas do Pré-Escolar e do 1º CEB. Esta atividade tem permitido abordar diversas histórias, envolvendo os alunos na leitura e permitindo a construção de laços com o LIVRO.
Neste âmbito, a turma do 3ºA esteve na Biblioteca Escolar envolvida na leitura da história de Luísa Ducla Soares, com ilustrações de Fátima Afonso – “A Princesa da Chuva”. A pares, as crianças procederam à leitura da história em voz alta para a turma, deliciando-se com a narrativa e com as fantásticas imagens que povoam o livro. Tiveram oportunidade de refletir sobre o modo de vida da monarquia em tempos idos e de perceber como uma maldição se pode tornar uma bênção, desde que, a vida seja encarada com coragem e determinação.

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Mai
10

Hora do Conto – Inverno

Posted under Desafios, Pré-Escolar

“O Boneco de Neve Sorridente”

O mês de janeiro trouxe à BE histórias de inverno e de ternura. As turmas da Educação Pré-Escolar marcaram presença na Biblioteca para ouvir contar a história de M. Christina Butler e de Tina Macnaughton intitulada “O Boneco de Neve Sorridente”.
Esta história retrata a amizade entre um Ursinho, uma Raposinha e um Coelhinho que num dia muito frio de inverno construiram um belo boneco de neve, desenhando-lhe um grande sorriso. Ao longo da narrativa, esse sorriso esmorece e os três amigos buscam diversas formas de o fazer brilhar novamente. Só então descobrem que a ternura de um grande abraço tem a capacidade de devolver um enorme sorriso ao Boneco de Neve.
As crianças manifestaram uma grande recetividade a este conto e ao livro em si mesmo, devido à beleza que transmite.
O trabalho iniciado na BE teve continuidade na sala de aula, com o empenho das Educadoras e dos alunos, que reaproveitaram materiais para a construção de Bonecos de Neve sorridentes. Esses bonecos estiveram expostos na BE, no decorrer do segundo período.

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Mai
10

27 de janeiro – Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

Posted under 3º CEB
No dia 30 de janeiro, a turma do 9º A juntamente com a Professora Helena Cirne, assinalaram na BE o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
Montaram uma exposição com trabalhos de pesquisa realizados na disciplina, à qual se juntaram e divulgaram livros existentes na Biblioteca sobre esta época da nossa História. A exposição esteve aberta a toda a comunidade escolar até meados do mês de fevereiro.
Para além desta iniciativa, os alunos assistiram à apresentação do filme «A História de Irena Sendler», do realizador John Kent Harrison, baseado na história verídica de uma assistente social polaca que durante a Segunda Guerra Mundial ajudou a salvar cerca de 2500 crianças Judias, contrabandeando-as para fora do Gueto de Varsóvia.
Posteriormente, os alunos envolvidos elaboraram mensagens sobre o tema, na aula de Formação Cívica, que foram divulgadas na Biblioteca Escolar.
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Mai
10

O Livro das Letras

Posted under Desafios

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“O Livro das Letras” de António Mota, com ilustrações de Pedro Leitão, reuniu, em janeiro, a turma do 2ºA à volta das letras e das rimas. Na Biblioteca Escolar, no momento de Hora do Conto, as crianças ficaram a conhecer este livro que apresenta uma forma original de conhecer as letras do alfabeto.
As diferentes quadras foram distribuídas pelos alunos, consoante a primeira letra do nome ou a preferência da criança. Cada aluno leu em voz alta para os colegas a quadra que lhe coube em sorte.A musicalidade gerada pela rima, prendeu a atenção das crianças e motivou-as. O entusiasmo gerado levou a prespetivar uma abordagem mais abrangente, com vista à partilha com outras turmas ou até mesmo com os Pais/Encarregados de Educação.

Fev
03

Leituras

Posted under Desafios

O-segredo-do-rio11-203x300[1]Um livro de Miguel Sousa Tavares, que relata a história de um rapaz do campo, fascinado com um ribeiro, com as estrelas e com a natureza. Um dia, torna-se amigo de um grande peixe, com quem partilha momentos de alegria e cumplicidade. Mas, as dificuldades da vida põem em causa a sobrevivência da sua família e, simultaneamente, põem à prova o valor desta amizade.

Os alunos do 4º ano de escolaridade procuram desvendar o segredo escondido neste rio, através da leitura.

Na BE, as crianças partilham o prazer de ler este livro, refletindo sobre a sua mensagem.

 

 

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Jan
31

Teatro do Oprimido

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             « O Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores – porque atuam – e espectadores – porque observam. Somos todos ‘espect-atores’. » ( Augusto Pinto Boal )

                No dia 23 de janeiro, a turma de CEF1 realizou na Biblioteca Escolar uma apresentação de “Teatro do Oprimido” para a turma do 7ºB. Esta atividade foi o culminar de todo o trabalho desenvolvido pelos alunos desde o início do ano letivo, em parceria com o Projeto 4 Âncoras, envolvendo as disciplinas de Formação Cívica e de Cidadania e Mundo Atual. Através do teatro improvisado, pretendeu-se levar os alunos a recriarem situações desagradáveis do seu dia-a-dia, a refletirem sobre problemas que os afetam, neste caso, discriminação em meio escolar, procurando levá-los a reagir de forma adequada, consciente e ponderada.

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O Teatro do Oprimido foi criado por Augusto Pinto Boal, um brasileiro, natural do Rio de Janeiro, que, pelo seu percurso como dramaturgo, ensaísta e director de teatro, constitui uma figura de referência do teatro contemporâneo internacional. Esta prática teatral envolvia todos os intervenientes – atores e público – num processo de interação, no qual a trama apelava à reflexão e à discussão de ideias, com vista a uma resolução plausível da situação. Quem assistia podia, repentinamente, saltar para o “palco”, colocar-se no papel de ator e contracenar. O papel pedagógico, educativo e social desta forma de expressão dramática levou à sua utilização como medida de intervenção em meios sociais complicados/degradados, tendo chegado também às escolas.

 

 

 

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Jan
31

Hora do Conto – Grisela

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                  Grisela-Pt300[1]                                                                            

              As crianças da Educação Pré-Escolar estiveram na BE para ouvirem contar a história “Grisela”, um livro de Anke Vries ilustrado por Willemien Min.

                “Grisela” é uma história de cores, de sentimentos e de busca da felicidade. Retrata a problemática da solidão e da baixa auto estima como factores condicionantes da vivência pessoal e da realização de cada indivíduo.

                Assim sendo, ao longo da narrativa, “Grisela” busca incessantemente nas cores quentes e alegres, exteriores a si própria, a beleza que julga não ter e a alegria que não consegue sentir. Um dia, encontra a amizade  e reencontra-se consigo própria.

 Uma história para ler, sonhar e pensar!

 

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Jan
31

Hora do Conto

Posted under Desafios

historia-cinco-vogais[1]História das Cinco Vogais

Luísa Ducla Soares escreveu e Manuela Bacelar ilustrou a “História das Cinco Vogais”. Os alunos do 1ºA estiveram na Biblioteca para relembrarem esta história, muito curiosa e engraçada, que alimenta o imaginário infantil e o preenche de sons e de letras.

Seguidamente, na sala de aula, realizaram outros trabalhos relacionados com a obra e preparam a sua apresentação a outras turmas.

Jan
31

Novidades

Posted under Desafios

A Biblioteca Escolar recebeu novos livros, que já se encontram catalogados e à disposição de todos os alunos e professores.

Estes livros são obras selecionadas pelo Plano Nacional de Leitura e recomendadas para diferentes níveis de ensino.

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 A BE espera por todos vós!

 

 

 

Boas leituras!

Jan
30

Personalidade do Mês – janeiro

Posted under Desafios

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Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches nasceu, na Casa do Aido, em Cabanas de Viriato, Concelho do Carregal do Sal, aos primeiros minutos do dia 19 de Julho de 1885.

O seu nome ficou para a História da Humanidade quando, como funcionário diplomático português a trabalhar em Bordéus (cônsul em Bordéus), durante a II Guerra Mundial, contraria ordens de Salazar e salva milhares de refugiados.

 

Quando os Nazis invadiram a França em 1940, Aristides de Sousa Mendes assinou vistos de entrada em Portugal a milhares de pessoas, para as quais Portugal constituía a única porta de saída para longe dos desígnios de Hitler.

 

Já a 13 de Novembro de 1939, Salazar proibira, por circular, todo o corpo diplomático português de conceder vistos a várias categorias de pessoas, inclusive a “judeus expulsos dos seus países de origem ou daqueles donde provêm”. Mas Aristides começou por ignorar a circular para, depois de instado a fazê-lo, a desrespeitar totalmente. Passava vistos a quantos lho solicitassem. Quando a 8 de Julho de 1940, lá sem mais hipóteses de transgressão, regressou a Portugal, tinha salvo milhares de vidas, assinando vistos de dia e de noite, até à exaustão física. Contabilizaram-se 30 000 refugiados salvos, dos quais, um terço era judeus.

 

O facto de não ter cumprido os regulamentos e ter desobedecido a instruções superiores teve consequências desastrosas na sua vida. Nada no percurso pessoal ou profissional de Aristides, até então, fazia prever este acto. Com 55 anos à data dos acontecimentos, casado e pai de 14 filhos, servia o “salazarismo (fascismo) tal como antes servira a I República. Era de tradição monárquica e católico. Agiu comovido pela aflição de “toda aquela gente” que não “podia deixar de me impressionar vivamente”, como ele disse em sua defesa, no âmbito do processo disciplinar que lhe foi movido, em Agosto de 1940. Aristides foi dado como culpado e despromovido. Salazar reformá-lo-ia compulsivamente com uma pensão mínima. Os recursos de Aristides para os tribunais seriam em vão. Sem dinheiro, Aristides era socorrido pelo irmão e pela comunidade judia portuguesa.

 

No dia 3 de Abril de 1954, Aristides morre de uma trombose cerebral e de uma pneumonia no Hospital da Ordem Terceira em Lisboa. Embora o epitáfio na sua lápide reconheça os méritos de Aristides com as palavras “ Quem salva uma vida, salva o mundo”, a sua morte não veria qualquer comentário ou informação na imprensa portuguesa.

Contudo, a 21 de Fevereiro de 1961, foi plantada uma árvore na Álea dos Justos, em Jerusalém, para honrar a memória de Aristides de Sousa Mendes.

Em 1966, a sua bondade foi reconhecida pelo Yad Vashem, organismo israelita que recolhe informação e recorda os mártires do Holocausto. Sucederam-se várias homenagens fora de Portugal.

Aristides de Sousa Mendes foi homenageado em Bordeus[1]asm_reconh[1]

 

 

 

 

 

 

 

Apenas o empenho dos seus e as pressões internacionais fizeram com que a primeira cerimónia oficial de reabilitação de Aristides de Sousa Mendes pelas autoridades portuguesas viesse a te lugar, a 24 de Maio de 1987, na embaixada de Portugal em Washington. Nesse dia, Mário Soares, então Presidente da República, condecorou Aristides de Sousa Mendes, a título póstumo, com a ordem da Liberdade.

Apenas a 18 de Março de 1988, a Assembleia da República Portuguesa viria a aprovar, por unanimidade, a sua reabilitação e reintegração póstuma no corpo diplomático.

No dia 24 de Março de 1955, em Lisboa, Mário Soares entregou-lhe postumamente, a Grande Cruz da Ordem de Cristo, por intermédio do seu filho, João Paulo Abranches.

 

Entretanto, há também o “ Prémio Aristides de Sousa Mendes”, atribuído pela Associação dos Diplomatas Portugueses, que distingue anualmente um trabalho de investigação sobre um tema de política internacional com relevância directa para as relações externas portuguesas.