Fev
03
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Desafios
Um livro de Miguel Sousa Tavares, que relata a história de um rapaz do campo, fascinado com um ribeiro, com as estrelas e com a natureza. Um dia, torna-se amigo de um grande peixe, com quem partilha momentos de alegria e cumplicidade. Mas, as dificuldades da vida põem em causa a sobrevivência da sua família e, simultaneamente, põem à prova o valor desta amizade.
Os alunos do 4º ano de escolaridade procuram desvendar o segredo escondido neste rio, através da leitura.
Na BE, as crianças partilham o prazer de ler este livro, refletindo sobre a sua mensagem.
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Jan
31
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Desafios
« O Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores – porque atuam – e espectadores – porque observam. Somos todos ‘espect-atores’. » ( Augusto Pinto Boal )
No dia 23 de janeiro, a turma de CEF1 realizou na Biblioteca Escolar uma apresentação de “Teatro do Oprimido” para a turma do 7ºB. Esta atividade foi o culminar de todo o trabalho desenvolvido pelos alunos desde o início do ano letivo, em parceria com o Projeto 4 Âncoras, envolvendo as disciplinas de Formação Cívica e de Cidadania e Mundo Atual. Através do teatro improvisado, pretendeu-se levar os alunos a recriarem situações desagradáveis do seu dia-a-dia, a refletirem sobre problemas que os afetam, neste caso, discriminação em meio escolar, procurando levá-los a reagir de forma adequada, consciente e ponderada.

O Teatro do Oprimido foi criado por Augusto Pinto Boal, um brasileiro, natural do Rio de Janeiro, que, pelo seu percurso como dramaturgo, ensaísta e director de teatro, constitui uma figura de referência do teatro contemporâneo internacional. Esta prática teatral envolvia todos os intervenientes – atores e público – num processo de interação, no qual a trama apelava à reflexão e à discussão de ideias, com vista a uma resolução plausível da situação. Quem assistia podia, repentinamente, saltar para o “palco”, colocar-se no papel de ator e contracenar. O papel pedagógico, educativo e social desta forma de expressão dramática levou à sua utilização como medida de intervenção em meios sociais complicados/degradados, tendo chegado também às escolas.

Jan
31
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Desafios
As crianças da Educação Pré-Escolar estiveram na BE para ouvirem contar a história “Grisela”, um livro de Anke Vries ilustrado por Willemien Min.
“Grisela” é uma história de cores, de sentimentos e de busca da felicidade. Retrata a problemática da solidão e da baixa auto estima como factores condicionantes da vivência pessoal e da realização de cada indivíduo.
Assim sendo, ao longo da narrativa, “Grisela” busca incessantemente nas cores quentes e alegres, exteriores a si própria, a beleza que julga não ter e a alegria que não consegue sentir. Um dia, encontra a amizade e reencontra-se consigo própria.
Uma história para ler, sonhar e pensar!



Jan
31
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Desafios
História das Cinco Vogais
Luísa Ducla Soares escreveu e Manuela Bacelar ilustrou a “História das Cinco Vogais”. Os alunos do 1ºA estiveram na Biblioteca para relembrarem esta história, muito curiosa e engraçada, que alimenta o imaginário infantil e o preenche de sons e de letras.
Seguidamente, na sala de aula, realizaram outros trabalhos relacionados com a obra e preparam a sua apresentação a outras turmas.
Jan
31
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Desafios A Biblioteca Escolar recebeu novos livros, que já se encontram catalogados e à disposição de todos os alunos e professores.
Estes livros são obras selecionadas pelo Plano Nacional de Leitura e recomendadas para diferentes níveis de ensino.
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A BE espera por todos vós!
Boas leituras!
Jan
30
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Desafios ![images[1] images[1]](http://biblio.torreira.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/images1.jpg)
Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches nasceu, na Casa do Aido, em Cabanas de Viriato, Concelho do Carregal do Sal, aos primeiros minutos do dia 19 de Julho de 1885.
O seu nome ficou para a História da Humanidade quando, como funcionário diplomático português a trabalhar em Bordéus (cônsul em Bordéus), durante a II Guerra Mundial, contraria ordens de Salazar e salva milhares de refugiados.
Quando os Nazis invadiram a França em 1940, Aristides de Sousa Mendes assinou vistos de entrada em Portugal a milhares de pessoas, para as quais Portugal constituía a única porta de saída para longe dos desígnios de Hitler.
Já a 13 de Novembro de 1939, Salazar proibira, por circular, todo o corpo diplomático português de conceder vistos a várias categorias de pessoas, inclusive a “judeus expulsos dos seus países de origem ou daqueles donde provêm”. Mas Aristides começou por ignorar a circular para, depois de instado a fazê-lo, a desrespeitar totalmente. Passava vistos a quantos lho solicitassem. Quando a 8 de Julho de 1940, lá sem mais hipóteses de transgressão, regressou a Portugal, tinha salvo milhares de vidas, assinando vistos de dia e de noite, até à exaustão física. Contabilizaram-se 30 000 refugiados salvos, dos quais, um terço era judeus.
O facto de não ter cumprido os regulamentos e ter desobedecido a instruções superiores teve consequências desastrosas na sua vida. Nada no percurso pessoal ou profissional de Aristides, até então, fazia prever este acto. Com 55 anos à data dos acontecimentos, casado e pai de 14 filhos, servia o “salazarismo (fascismo) tal como antes servira a I República. Era de tradição monárquica e católico. Agiu comovido pela aflição de “toda aquela gente” que não “podia deixar de me impressionar vivamente”, como ele disse em sua defesa, no âmbito do processo disciplinar que lhe foi movido, em Agosto de 1940. Aristides foi dado como culpado e despromovido. Salazar reformá-lo-ia compulsivamente com uma pensão mínima. Os recursos de Aristides para os tribunais seriam em vão. Sem dinheiro, Aristides era socorrido pelo irmão e pela comunidade judia portuguesa.
No dia 3 de Abril de 1954, Aristides morre de uma trombose cerebral e de uma pneumonia no Hospital da Ordem Terceira em Lisboa. Embora o epitáfio na sua lápide reconheça os méritos de Aristides com as palavras “ Quem salva uma vida, salva o mundo”, a sua morte não veria qualquer comentário ou informação na imprensa portuguesa.
Contudo, a 21 de Fevereiro de 1961, foi plantada uma árvore na Álea dos Justos, em Jerusalém, para honrar a memória de Aristides de Sousa Mendes.
Em 1966, a sua bondade foi reconhecida pelo Yad Vashem, organismo israelita que recolhe informação e recorda os mártires do Holocausto. Sucederam-se várias homenagens fora de Portugal.
![Aristides de Sousa Mendes foi homenageado em Bordeus[1] Aristides de Sousa Mendes foi homenageado em Bordeus[1]](http://biblio.torreira.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/Aristides-de-Sousa-Mendes-foi-homenageado-em-Bordeus1-300x222.jpg)
![asm_reconh[1] asm_reconh[1]](http://biblio.torreira.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/asm_reconh1.jpg)
Apenas o empenho dos seus e as pressões internacionais fizeram com que a primeira cerimónia oficial de reabilitação de Aristides de Sousa Mendes pelas autoridades portuguesas viesse a te lugar, a 24 de Maio de 1987, na embaixada de Portugal em Washington. Nesse dia, Mário Soares, então Presidente da República, condecorou Aristides de Sousa Mendes, a título póstumo, com a ordem da Liberdade.
Apenas a 18 de Março de 1988, a Assembleia da República Portuguesa viria a aprovar, por unanimidade, a sua reabilitação e reintegração póstuma no corpo diplomático.
No dia 24 de Março de 1955, em Lisboa, Mário Soares entregou-lhe postumamente, a Grande Cruz da Ordem de Cristo, por intermédio do seu filho, João Paulo Abranches.
Entretanto, há também o “ Prémio Aristides de Sousa Mendes”, atribuído pela Associação dos Diplomatas Portugueses, que distingue anualmente um trabalho de investigação sobre um tema de política internacional com relevância directa para as relações externas portuguesas.
Jan
30
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Desafios
A Biblioteca vestiu-se de Natal!
Este ano letivo, muitas das mãozinhas que folhearam, pegaram e manusearam os inúmeros livros da nossa biblioteca, deram forma aos enfeites natalícios. Simultaneamente, reaproveitando diversos materiais, a equipa constituída para decorar a BE (professor Jaime Lopes, professora Manuela Sousa e professora Angelina Figueiredo) elaborou diversas estrelas, sinos, laços, entre outros elementos alusivos a esta época. Os alunos com Necessidades Educativas Especiais e os alunos do oitavo ano com a orientação da professora Albertina Valente construíram adereços de Natal para a decoração das janelas. A docente Rosa Dias, da disciplina de Matemática, também colaborou na decoração, enfeitando uma árvore de Natal.
E assim enfeitada de Natal, a BE abriu as portas aos alunos do Pré-Escolar e do 1º CEB que vieram ouvir “A História do Natal”, no início do segundo período. Com este conto, pretendeu-se explicar o significado do Natal, do presépio, que muitos constroem em suas casas com os pais, e da comemoração do Dia de Reis. Em parceria com os docentes responsáveis pelas diversas turmas, a actividade estendeu-se às salas de aula, onde se realizaram pinturas e onde se elaboraram as coroas de rei para usarem no dia 6 de Janeiro, aquando do cantar dos reis pelas ruas da vila da Torreira.
Os alunos do terceiro e quarto anos de escolaridade leram um poema popular em honra dos três Reis do Oriente.

Jan
19
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Desafios
Alexandre Parafita é natural de Sabrosa, Trás-os-Montes.![a.pp[1] a.pp[1]](http://biblio.torreira.com.pt/wp-content/uploads/2012/01/a.pp1_.JPG)
No seu percurso académico incluem-se a Escola do Magistério Primário de Vila Real, a Escola Superior de Jornalismo do Porto, a Universidade de Coimbra, a Universidade da Beira Interior e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; do seu currículo fazem parte o Doutoramento em Cultura Portuguesa (UTAD) e o Mestrado em Ciências da Comunicação (UBI).
Ainda muito jovem, Alexandre Parafita dedicou-se ao jornalismo, trabalhando como repórter, redator, chefe de redação e diretor, ao longo de quase vinte anos.
Atualmente é docente do ensino superior na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e professor convidado do Instituto Politécnico de Bragança – Pólo de Mirandela. Também se dedica à investigação nas áreas da mitologia e da literatura oral tradicional, integrando o Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa. O trabalho que tem desenvolvido como investigador permitiu a recolha de milhares de textos inéditos, em risco de se perderem na memória oral do povo. A colecção “Tesouros da Memória” da Plátano Editora, bem como as obras “A Mitologia dos Mouros” e “Património Imaterial do Douro”, de sua autoria, contêm a publicação de várias centenas desses textos.
Mas a escrita de Alexandre Parafita, não se singe aos estudos do património cultural imaterial, dirige-se sobretudo aos mais novos. È autor de várias dezenas de livros de literatura infantil e infanto-juvenil, que têm sido sucessivamente reeditados. Alguns destes foram seleccionados para o Plano Nacional de Leitura, tais como: “Histórias de Natal Contadas em Verso”, “As três touquinhas brancas”, “Branca Flor, o Príncipe e o Demónio”, “A mala vazia” entre outras. Além disso, algumas das suas obras constituem bibliografia obrigatória em cursos de licenciatura e mestrado em escolas superiores e universidades.
Jan
19
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Desafios
A Feira do Livro de Natal realizou-se do dia 5 ao dia 12 de dezembro. A organização desta atividade esteve a cargo da coordenadora e da equipa da Biblioteca Escolar, que nos últimos anos, tem procurado trazer o livro para junto da sua comunidade, promovendo-o e promovendo a leitura.
Este trabalho contínuo pretende sensibilizar a população escolar para a importância de partilhar livros e leituras, no sentido de, levar os familiares mais próximos dos nossos alunos a escolher o LIVRO para ofertar, conscientes do valor afetivo e cultural que possuem.
A Feira do Livro esteve aberta a toda a comunidade escolar. Realizou-se na entrada principal deste estabelecimento de ensino. Todos os dias houve novidades à disposição dos interessados.
Ao longo da semana, a feira acolheu alunos, professores e funcionários. Muitos foram os pais e familiares que participaram nesta iniciativa e marcaram presença.
Os mais novos demonstraram muito interesse pelos livros infantis. Manusearam-nos, folhearam-nos, leram e voltaram todos os dias.
Apesar da atual conjuntura económica e social ser desfavorável e muito difícil, a Feira do Livro foi bem sucedida. Para todos os que participaram nesta iniciativa, fica um agradecimento muito especial em nome de toda a equipa da BE.

Jan
19
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Desafios
José Fanha nasceu a 19 de Fevereiro de 1951, em Lisboa. Licenciou-se em arquitetura, mas, a paixão pela leitura e pela escrita fê-lo percorrer diversos caminhos ao longo da sua vida. Arquiteto, professor e formador de professores, possui mestrado com tese sobre “Comunidades de Leitores” e prepara tese de doutoramento sobre “Estratégias editoriais no Estado Novo entre 1958 e 1974”.
José Fanha, declamador desde 1969, acompanhou Zeca Afonso, Adriano entre outros, em convívios, cantos livres e sessões um pouco por todo o país.
É poeta e autor de histórias e poesia para a infância e juventude.
Publicou o seu primeiro livro em 1970, intitulado “Cantigas da Dúvida e do Perguntar”. Organizou e publicou ainda 12 antologias temáticas de poesia portuguesa, parte destas em conjunto com José Jorge Letria.
Criou letras para canções, escreveu textos para televisão, para a rádio e para teatro, participou em concursos de televisão, colaborou em programas de rádio e tem trabalhado em adaptações de inúmeros textos teatrais ou televisivos.
Nos últimos anos tem dirigido Oficinas de Poesia e de Escrita, desenvolvendo um trabalho intenso de divulgação do texto poético e de promoção do livro e da leitura em Bibliotecas e escolas um pouco por todo o país.
Gosta de se dizer divulgador de poesia, traficante de palavras claras, contrabandista de sonhos, habitante da solidariedade e da utopia , cidadão de corpo inteiro, desde sempre e enquanto durar.